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Um terremoto político atingiu a Nova Zelândia na noite das eleições gerais, com o Partido Trabalhista (Labour Party) garantindo um segundo mandato com maioria absoluta. Esta é a primeira vez, desde que o sistema de votação MMP [Mixed Member Proportional System – votação de cada eleitor por um candidato e por um partido – NDT] foi introduzido em 1996, que um partido político obteve tal maioria.

Em 18 de outubro de 2019 abriu-se uma nova etapa no Chile pós-ditadura. O Outubro Vermelho chileno foi antecipado por massivas manifestações estudantis em 2006 e 2011, reivindicando a demanda concreta por uma educação pública e gratuita, mas que já acumulavam em seu seio frustração e descontentamento muito mais amplos. Os protestos iniciados no final do ano passado refletem o colapso de um sistema capitalista extremo, imposto a sangue e fogo durante a ditadura de Pinochet e mantido com base em fraudes, corrupção e repressão durante os 30 anos que se seguiram à queda do regime. O slogan “Até que valha a pena viver”, resume a profundidade da mudança que as massas exigem e sua

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Fred Weston, editor de marxist.com, explica como a esquerda italiana naufragou nas rochas do “mal menor”, a partir dos anos 1970. Com a votação antecipada para as eleições dos EUA em andamento e a enorme pressão da esquerda para votar em Joe Biden, a fim de expulsar Donald Trump, há lições valiosas a serem aprendidas com a experiência italiana.

O artigo a seguir explica a situação no Haiti, onde o presidente Jovenel Moïse está caminhando para uma ditadura nua e crua. Com o parlamento dissolvido em janeiro, ele está governando por decreto (com o apoio do capitalismo mafioso do Haiti e do imperialismo estrangeiro), assassinando e aterrorizando todos os que se opõem à sua autoridade. Os trabalhadores, jovens e pobres devem se organizar em linhas de classe para derrubar este sistema podre! Por favor, leia, compartilhe e adicione o nome da sua organização a esta declaração de solidariedade.

Pedimos aos trabalhadores e ativistas estudantis e às organizações em todo o mundo que mostrem sua solidariedade com a luta no Haiti, compartilhando esta declaração, tirando fotos e fazendo suas próprias declarações nas redes sociais usando as hashtags #SolidaritéAvecLaLutteEnHaïti e #ABasLeRégimeMoïse. Para adicionar o nome da sua organização à declaração, entre em contato com webmaster@marxist.com.

Os países mais pobres do mundo estão passando por um ciclo vicioso de endividamento em espiral. A epidemia de coronavírus acrescentou mais um fardo pesado aos cofres do Estado. Esses países, principalmente produtores de matéria-prima, já estavam lutando para lidar com o colapso dos preços , e esta última crise torna a situação completamente insustentável. O que traz implicações importantes também para os países capitalistas avançados.

Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. Essa frase representa o super-herói Homem-Aranha. Mas ela poderia representar todos os grandes super-heróis de quadrinhos. Na verdade, ela é expressão máxima de uma Filosofia da História. E a história é feita pelos grandes homens, pelos heróis, pelos reis, imperadores etc.

Hieronymus Bosch foi um dos mais notáveis e originais pintores de todos os tempos. Suas obras foram pintadas há 600 anos e ainda continuam surpreendentemente modernas, tendo antecipado o surrealismo. É a arte de um mundo em estado de turbulência, despedaçado por tendências contraditórias – um mundo em que a luz da razão se extinguia e onde as paixões animalescas ganhavam relevo, um mundo de horror e violência, um pesadelo real. Em síntese: um mundo muito parecido com o nosso. Alan Woods analisa isso do ponto de vista do materialismo histórico.

Hieronymus Bosch foi um dos mais notáveis e originais pintores de todos os tempos. Suas obras foram pintadas há 600 anos e ainda continuam surpreendentemente modernas, tendo antecipado o surrealismo. É a arte de um mundo em estado de turbulência, despedaçado por tendências contraditórias – um mundo em que a luz da razão se extinguia e onde as paixões animalescas ganhavam relevo, um mundo de horror e violência, um pesadelo real. Em síntese: um mundo muito parecido com o nosso. Alan Woods analisa isso do ponto de vista do materialismo histórico.

Um milhão de vidas foram, oficialmente, reivindicadas pela pandemia de Covid-19. A escala desta tragédia é um resultado direto do capitalismo e de seus representantes. Eles têm mostrado um desprezo e uma insensibilidade pelos trabalhadores, jovens e os pobres; e suas tentativas ineptas de salvar o sistema têm somente criado o caos.

À medida que a pandemia se arrasta, crescem a raiva e a desconfiança em relação ao governo Boris Johnson. Muitos estão compreensivelmente céticos em relação ao que ouvem nos meios de comunicação ou dos políticos. O movimento operário deve canalizar este estado de espírito ao longo de linhas de classe.

Uma enorme quantidade de documentos revelou a criminalidade e a corrupção no coração das maiores instituições financeiras do capitalismo. Não podemos confiar nos “reguladores”. Para erradicar esses males, necessitamos da nacionalização e do controle dos trabalhadores.

Diante do clamor de quem durante semanas tem seguido com atenção o desenvolvimento da Alternativa Popular Revolucionária (APR), nos dias 15 e 17 de setembro foram divulgadas as listas dos candidatos que se postularam para as próximas eleições parlamentares do dia 6 de dezembro. Mesmo que este aspecto possa parecer supérfluo para alguns, é importante destacar que este feito representa a síntese de um grande esforço conjunto por parte das diversas forças políticas partidárias e de base a nível nacional.

Este artigo oferece-nos uma visão geral da situação política na Índia, na qual o governo reacionário de Narendra Modi, liderado pelo BJP [Bharatiya Janata Party – Partido do Povo Indiano], transformou a crise da Covid-19 em um desastre sem precedentes. A classe dominante está destruindo as proteções trabalhistas e alimentando a violência sectária, ao mesmo tempo em que recompensa seus comparsas dos grandes negócios. Centenas de milhões enfrentam miséria, violência e opressão. Uma reação revolucionária é inevitável.

Na sexta-feira, 18 de setembro, a Presidente da Comunidade de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, do PP (Partido Popular), partido de direita, anunciou um “confinamento seletivo” de 37 zonas dos bairros do sul da cidade e de outras cidades da periferia da capital. Aqui ficam alguns dos bairros mais pobres e, também, dos mais atingidos pela pandemia da Covid-19. Essa medida discriminatória e ineficaz, implementada na segunda-feira, 21 de setembro, gerou indignação imediata entre os moradores desses bairros populares que se manifestaram em uma série de protestos.

A pandemia da Covid-19 revelou as contradições da sociedade capitalista para que todos a vissem. Trouxe à tona a gritante divisão de classes na Índia. Enquanto a minoria rica desfruta de condições de conforto e privilégio, os pobres lutam por sua sobrevivência.

Na semana passada, as revelações de uma enfermeira empregada em uma prisão de imigrantes sobre a esterilização forçada de mulheres sob custódia federal dos Estados Unidos se espalharam como um incêndio. A enfermeira que denunciou o fato revelou que mulheres imigrantes estavam recebendo histerectomias e outros procedimentos ginecológicos sem o devido consentimento, enquanto presas em uma prisão privada de Immigration and

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Os Estados Unidos estão na beira de um precipício olhando para um abismo de proporções até agora inimagináveis. Desde março, mais de 56 milhões de trabalhadores entraram com pedidos de seguro-desemprego e, até o momento em que escrevemos este artigo, quase a metade deles está recebendo o seguro-desemprego.